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Dessa vez eu tive medo, mesmo assim eu disse "sim".


De quê adianta viver dizendo que ama se não prova com ações de amor, a palavra por si só é vazia.
Por que promover cenas fofas de ciúmes, se não tem o cuidado necessário quando tudo está bem, ou pior quando está tudo mau.
Para quê dedicar belas musica se não faz valer os versos da canção.
E quando as coisas dão uma guinada para o inesperado?
E se a ficha cair?
O que fazer quando descobri que sua dita metade da laranja é podre e mofada?
Ser ou não ser?
Partir para novas frutas? Menos acidas talvez? Com mais doce?
Pensar para existir ou existir para pensar?
A diferença entre acontecer e permitir?
Azul ou vermelho para as flores?
Trufas ou bombons de licor?
Destino, sina, pedaço do céu, lua nova, acento vazio no ônibus, sorvete de coco, copo de coca cola gelada, gol do Vitoria.
Nova vida ou vida velha renovada?
São tantas perguntas relacionadas a tantos traços dos relacionamentos, todo mundo sabe que eles vem e vão!As questões continuam sendo as mesmas, e infelizmente algumas pessoas cometem os mesmos erros repetidas vezes, porque quando a gente ama de verdade, não importa erros do passado, medos do futuro, você acaba cedendo ao que lhe é conveniente, porque o amor não vive de teorias e nem existe receita de bolo, mas além dessas, tantas outras perguntas que eu provavelmente nunca ache a resposta, como até hoje não descobri a semelhança entre um corvo e uma escrivaninha.

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